O setor aéreo no Brasil

Dados e estatísticas

Uma indústria empenhada na redução de custos

32%
foi o crescimento das despesas totais das empresas na comparação de 2015 com 2002

Uma indústria empenhada na redução de custos

74%
foi a evolução do custo do combustível de aviação na comparação de 2015 com 2002

Além da compra e manutenção dos aviões, as empresas têm diversas outras despesas: remuneração de funcionários e prestadores de serviços, aquisição de diversos insumos e pagamento de tarifas para os aeroportos e órgãos de controle de tráfego aéreo, entre outras. Cada um desses desembolsos está sujeito a variações, acompanhando a taxa de câmbio, a sazonalidade e o reajuste de alguns preços.



No Brasil, a acentuada desvalorização do real a partir de 2011, em especial em 2015, quase anulou os ganhos decorrentes da queda do valor do petróleo no mercado internacional. Ao mesmo tempo, os demais custos vinculados ao dólar (manutenção, arrendamentos, depreciação de itens aeronáuticos, entre outros) provocaram um aumento substancial dos gastos operacionais. Isso levou a uma significativa alteração da participação relativa de cada custo.


O combustível de aviação

O combustível de aviação (querosene de aviação, ou QAV) é o item de maior peso para transportadoras em todo o planeta. No Brasil, o valor particularmente alto faz do QAV um dos maiores problemas estruturais da aviação comercial.

Participação do combustível nos custos totais das companhias ABEAR

Em relação ao ano anterior, o valor do petróleo no mercado internacional em 2015 caiu 48%. É fácil observar o alto custo do combustível no Brasil: basta comparar com o preço praticado em outros aeroportos do mundo.